Roteiro Mochilão pela América do Sul: 30 Dias Inesquecíveis com Pouco Dinheiro

 

Se você sonha em explorar paisagens deslumbrantes, culturas vibrantes e viver experiências inesquecíveis — tudo isso sem gastar uma fortuna — este artigo é pra você. Aqui, você vai encontrar um roteiro completo de mochilão pela América do Sul, pensado especialmente para quem quer aproveitar ao máximo 30 dias de viagem com pouco dinheiro.

A América do Sul é um verdadeiro paraíso para mochileiros. São montanhas imponentes, desertos surreais, praias paradisíacas e cidades cheias de história, tudo isso com a vantagem de ter uma excelente conexão terrestre entre os países, custo de vida relativamente baixo e idiomas que facilitam a comunicação. Ou seja: o continente perfeito para uma aventura acessível e transformadora.

Mas para que essa viagem seja realmente inesquecível (no bom sentido), é fundamental ter um bom planejamento econômico. Saber onde ir, como se locomover, onde se hospedar e o que priorizar no seu orçamento faz toda a diferença na experiência — e no bolso!

Neste guia, você vai descobrir como montar um roteiro de 30 dias pela América do Sul gastando pouco, incluindo dicas práticas, destinos imperdíveis, custos estimados e estratégias inteligentes para economizar sem abrir mão da diversão. Bora embarcar nessa?

Por que Fazer um Mochilão pela América do Sul?

Se você está em dúvida sobre qual região escolher para a sua próxima aventura, a América do Sul é um destino que conquista qualquer mochileiro — especialmente os que querem explorar o mundo com economia, liberdade e autenticidade. Veja por que esse continente é o cenário ideal para uma jornada inesquecível:

Diversidade cultural, geográfica e gastronômica

A América do Sul é um mosaico de culturas ricas e únicas. Em poucos dias, você pode sair de uma cidade colonial no Peru para um vilarejo andino na Bolívia, cruzar o deserto mais seco do mundo no Chile e terminar a semana tomando um chimarrão em uma praça argentina.

A variedade de paisagens é impressionante: florestas tropicais, cordilheiras nevadas, praias de águas cristalinas, ruínas milenares e cidades cosmopolitas. Para quem gosta de natureza e história, cada país oferece um universo próprio.

E quando o assunto é gastronomia, prepare-se para uma explosão de sabores. Arepas na Colômbia, empanadas na Argentina, ceviche no Peru, salteñas na Bolívia… Cada lugar tem sua culinária típica — geralmente saborosa e com preços bem acessíveis.

 Facilidade de deslocamento e idioma

Outro grande atrativo da América do Sul é a facilidade de locomoção. A malha rodoviária entre os países é extensa, e viajar de ônibus, apesar de mais demorado, é bastante comum e barato — perfeito para quem está mochilando. Além disso, é possível encontrar voos internos com bons preços, especialmente se você planejar com antecedência.

E tem mais: em grande parte do continente, fala-se espanhol ou português, o que torna a comunicação muito mais simples para brasileiros. Isso facilita não só na hora de pedir informações ou negociar preços, mas também na hora de fazer amizades e mergulhar de verdade na cultura local.

 Destinos acessíveis para quem viaja com orçamento limitado

Viajar com pouco dinheiro é totalmente possível na América do Sul. Países como Bolívia, Peru, Equador e Paraguai oferecem uma excelente relação custo-benefício, com hospedagens baratas, transporte acessível e refeições saborosas por preços baixos.

Mesmo nos destinos mais turísticos, como Machu Picchu ou o Deserto do Atacama, existem formas econômicas de explorar sem estourar o orçamento — desde trilhas alternativas até passeios em grupo e dicas de economia local.

Com o planejamento certo, dá pra viver um mês de experiências intensas e transformadoras gastando bem menos do que você imagina.

Se quiser, posso continuar com a próxima seção ou montar esse conteúdo direto no formato do seu blog. Quer segui

 Dicas Gerais para Economizar na América do Sul

Fazer um mochilão incrível e econômico pela América do Sul é totalmente possível — e com as estratégias certas, você pode viver experiências autênticas sem comprometer seu orçamento. Abaixo, separei algumas dicas essenciais para economizar com transporte, hospedagem, alimentação e até conseguir se hospedar de graça:

Transporte barato: ônibus, caronas e voos low-cost

O transporte terrestre ainda é o meio mais econômico e popular entre mochileiros sul-americanos. As empresas de ônibus costumam oferecer opções de passagens bem acessíveis, principalmente se você comprar com antecedência ou viajar à noite (o que ainda ajuda a economizar uma diária de hospedagem).

Caronas também são uma boa alternativa para quem quer economizar e ainda conhecer gente nova. Aplicativos como BlaBlaCar funcionam bem em alguns países, e há também grupos de carona em redes sociais específicos para mochileiros.

Além disso, há companhias aéreas low-cost, como Sky Airline, JetSmart e Flybondi, que operam rotas internas e internacionais com preços muito competitivos — perfeito para trajetos mais longos onde o tempo é fator importante.

Hospedagem econômica: hostels, couchsurfing e camping

Na hora de descansar, as opções econômicas são muitas. Os hostels são a escolha número um dos mochileiros: além de preços baixos (principalmente em dormitórios coletivos), oferecem cozinha compartilhada, lockers e, o mais importante, a chance de conhecer pessoas do mundo todo.

Se a ideia é economizar ainda mais, considere o Couchsurfing, uma plataforma onde moradores locais oferecem hospedagem gratuita para viajantes. É uma forma incrível de viver a cultura do lugar com mais profundidade — e ainda fazer novas amizades.

Outra opção é o camping, que é bem comum em regiões de natureza como a Patagônia, o litoral do Brasil ou o interior do Peru. Alguns locais têm campings pagos (a preços baixos), mas há também áreas livres onde é permitido montar barraca.

Alimentação local e de rua

Comer bem e barato é totalmente possível na América do Sul — e a chave está em apostar na comida local e de rua. Ao invés de restaurantes turísticos, opte por feiras, mercados municipais e barraquinhas de rua, onde você encontra refeições autênticas, fartas e baratas.

Na Bolívia, por exemplo, dá pra comer bem com menos de R$10. No Peru, os “menús del día” incluem entrada, prato principal e bebida a preços super em conta. No Brasil, pratos feitos em botecos locais também são aliados de quem quer se alimentar bem sem gastar muito.

Além disso, se você estiver hospedado em hostel com cozinha, vale a pena comprar ingredientes simples em mercados e preparar suas próprias refeições — isso reduz bastante os custos ao longo da viagem.

Troca de trabalho por estadia (work exchange)

Uma forma inteligente e enriquecedora de viajar gastando quase nada com hospedagem é participar de programas de troca de trabalho. Plataformas como Worldpackers, Workaway ou HelpX conectam viajantes com anfitriões (hostels, fazendas, ONGs, cafés, etc.) que oferecem acomodação e, muitas vezes, alimentação em troca de algumas horas de trabalho por dia.

As atividades são variadas — desde recepção em hostel até aulas de idiomas, jardinagem, marketing digital ou cozinha — e não é preciso ter experiência prévia. Essa é uma maneira de viver o destino de forma mais profunda, economizar bastante e, de quebra, adquirir novas habilidades.

Com essas estratégias, você pode transformar um mochilão de 30 dias em uma experiência leve para o bolso e rica em vivências. Quer seguir para a próxima parte do roteiro? Posso te ajudar com ela também!

Roteiro Mochilão pela América do Sul

Este roteiro foi pensado para oferecer uma mistura equilibrada entre cultura, natureza, história e economia. Ao longo de 30 dias, você vai cruzar fronteiras, conhecer paisagens de tirar o fôlego e viver experiências autênticas — tudo isso gastando pouco e aproveitando o melhor de cada lugar.

Semana 1 – Brasil e Argentina

Foz do Iguaçu (Brasil)

Comece o mochilão com uma das maravilhas naturais do mundo: as Cataratas do Iguaçu. A cidade tem boa estrutura para mochileiros, com hostels acessíveis e transporte público para as atrações. Aproveite para visitar o Parque das Aves e a Usina de Itaipu, ambos com descontos para estudantes e pacotes econômicos.

Puerto Iguazú (Argentina)

Atravesse a fronteira com facilidade e conheça o lado argentino das cataratas, considerado ainda mais impressionante. Caminhe pelas passarelas do Parque Nacional Iguazú e, se possível, visite o marco das três fronteiras. A cidade é pequena, charmosa e ideal para dois dias de imersão.

Buenos Aires

Pegue um ônibus noturno até a capital argentina, onde você pode passar 3 a 4 dias explorando atrações gratuitas como a Casa Rosada, Caminito, feiras de San Telmo e o bairro da Recoleta. A cidade tem uma grande oferta de hostels baratos, e comendo em parrillas populares ou preparando sua própria comida no hostel, dá para economizar bastante.

Semana 2 – Uruguai e Sul do Brasil

Colonia del Sacramento (Uruguai)

Viaje de barco ou ônibus para essa cidade histórica e encantadora. Seu centro colonial é Patrimônio da Humanidade e pode ser explorado a pé em um único dia. Hospedagens simples e cafés locais tornam Colonia uma parada charmosa e tranquila.

Montevidéu

A capital uruguaia tem uma vibe relaxada e ótima para quem curte museus, praias urbanas e bons mercados. Fique 2 ou 3 dias, aproveitando passeios gratuitos como a Rambla e visitas ao Mercado del Puerto. Hostels são acessíveis e há opções econômicas de alimentação em mercados e padarias.

Porto Alegre ou Florianópolis (Brasil)

Retorne ao Brasil para descansar e curtir paisagens diferentes. Em Porto Alegre, explore o centro histórico, museus e parques. Se escolher Florianópolis, aproveite trilhas e praias de graça, acampando ou ficando em hostels com boa localização. Ambos os destinos oferecem boa estrutura e preços acessíveis fora da alta temporada.

Semana 3 – Bolívia

Santa Cruz de la Sierra

Voar até Santa Cruz costuma ser mais barato que chegar via ônibus. A cidade é a porta de entrada para explorar a Bolívia e oferece hospedagens econômicas e transporte interno acessível. Fique um ou dois dias para se adaptar ao país.

Sucre

A charmosa capital constitucional da Bolívia é uma joia escondida. Rica em história, com arquitetura colonial e mercados populares, Sucre é um dos lugares mais baratos para mochileiros. Visite museus, caminhe pelo centro e aproveite a gastronomia local.

Salar de Uyuni

O famoso deserto de sal é imperdível! Escolha o tour de 1 a 3 dias, sempre comparando preços entre agências (há opções econômicas com ótimo custo-benefício). Alguns tours incluem refeições e acomodação — mais um ponto positivo para quem quer economizar.

Semana 4 – Peru

Cusco e o Vale Sagrado

Pegue um ônibus ou voo até Cusco, base para explorar o coração do antigo Império Inca. Além da própria cidade (que é linda!), reserve tempo para conhecer o Vale Sagrado (Pisac, Ollantaytambo, Moray, etc.). Muitos locais têm entrada gratuita ou desconto com o Boleto Turístico.

Machu Picchu por trilha alternativa e econômica

Esqueça o trem caro: vá até Hidrelétrica via transporte alternativo e faça a trilha de 10 km até Aguas Calientes. É seguro, bonito e muito mais barato. Compre o ingresso para Machu Picchu com antecedência no site oficial e, se puder, opte pelo primeiro horário — menos gente e vistas incríveis!

Lima

Finalize sua jornada na capital peruana. Explore Miraflores e Barranco a pé, caminhe pelo calçadão à beira-mar, e experimente comidas típicas nos mercados locais. Lima tem uma boa rede de hostels e transporte público barato, ideal para mochileiros cansados e felizes após 30 dias de pura aventura.

 Custos Estimados do Mochilão

Planejar um mochilão de 30 dias pela América do Sul exige atenção especial aos gastos. Com escolhas inteligentes e alguma flexibilidade, é totalmente possível viver uma experiência rica e intensa sem estourar o orçamento. Abaixo, você encontra uma estimativa média dos principais custos para esse tipo de viagem, considerando um estilo econômico, mas confortável para mochileiros.

Transporte total aproximado

Ao longo de 30 dias, você provavelmente usará ônibus intermunicipais, alguns trechos internacionais e, talvez, um ou dois voos low-cost.

Ônibus locais e entre países: R$ 1.200 a R$ 1.800

Voos regionais (1 ou 2 trechos): R$ 400 a R$ 700

Transporte urbano (ônibus, metrô, caronas): R$ 100 a R$ 200

Total estimado: R$ 1.700 a R$ 2.700

Dica: comprar passagens com antecedência, viajar à noite e usar caronas (como BlaBlaCar) ajuda a reduzir custos e economizar em hospedagem.

Alimentação

Comer bem e barato é totalmente viável na América do Sul, especialmente se você optar por mercados locais, comida de rua ou cozinhar nos hostels.

Refeições econômicas (3 por dia): R$ 30 a R$ 50

Gastos mensais com alimentação: R$ 900 a R$ 1.500

Dica: leve snacks na mochila, aproveite cafés da manhã inclusos nas hospedagens e experimente a culinária local fora das áreas turísticas.

Hospedagem

A hospedagem em hostels compartilhados, camping ou com work exchange pode ser extremamente acessível.

Hostels (camas em dormitórios): R$ 40 a R$ 80 por noite

Hospedagem total por 30 dias: R$ 1.200 a R$ 2.400

Dica: misture tipos de hospedagem — alguns dias em hostel, outros em couchsurfing ou com troca de trabalho (como no Worldpackers), para economizar e variar a experiência.

Entradas e passeios

Mesmo sendo mochileiro, você provavelmente vai querer conhecer atrações icônicas — e algumas delas têm custo. Ainda assim, é possível equilibrar passeios pagos com opções gratuitas.

Passeios pagos (ex: Machu Picchu, Salar de Uyuni, museus): R$ 600 a R$ 1.200

Atividades gratuitas (praias, trilhas, feiras, centros históricos): muitas!

Dica: pesquise bem antes de fechar tours, compare agências e, sempre que possível, junte grupos para conseguir descontos.

Dicas para manter o orçamento sob controle

Evite câmbio nos aeroportos — prefira casas de câmbio no centro das cidades.

Use apps de controle de gastos como Splitwise, TravelSpend ou o bom e velho caderninho.

Negocie: em muitos lugares, é possível conseguir descontos em hospedagens, tours e até refeições.

Ande com garrafa de água reutilizável e leve sempre snacks para evitar gastos desnecessários.

Planeje por blocos: separe seu orçamento por semana e vá ajustando conforme o andamento da viagem.

Total médio estimado para 30 dias:

💸 De R$ 4.500 a R$ 7.000, dependendo do seu estilo de viagem, país de origem e escolhas ao longo do caminho.

Com um bom planejamento e mente aberta, dá para viver um mochilão transformador e inesquecível — mesmo com um orçamento limitado.

Se quiser, posso gerar uma tabela com esses valores ou até uma planilha editável em Excel/Google Sheets. Quer que eu monte?

 Documentação e Segurança

Viajar pela América do Sul é, na maioria das vezes, muito mais simples do que parece — especialmente para brasileiros. Mesmo assim, é fundamental estar com toda a documentação em dia e atento a cuidados de saúde e segurança. Aqui vão os principais pontos para garantir uma viagem tranquila do início ao fim:

Passaporte e visto: precisa ou não?

A maioria dos países da América do Sul faz parte do Mercosul ou tem acordos com o Brasil que facilitam a entrada de turistas. Isso significa que você pode viajar com o RG válido e em bom estado, sem necessidade de passaporte, para países como:

Argentina

Uruguai

Paraguai

Bolívia

Chile

Peru

Colômbia

Equador

⚠️ Importante: o RG deve ter, preferencialmente, menos de 10 anos de emissão e estar com foto atual. CNH não é aceita como documento de entrada.

Já o passaporte é obrigatório para países como Guiana, Guiana Francesa e Suriname, e também pode ser exigido para quem deseja seguir viagem para fora do continente.

Quanto ao visto, brasileiros não precisam de visto para turismo de até 90 dias na maior parte dos países sul-americanos. Mesmo assim, é sempre bom verificar atualizações nos sites oficiais das embaixadas antes de viajar.

Seguro viagem econômico: vale a pena?

Apesar de não ser obrigatório em muitos países da América do Sul, ter um seguro viagem é altamente recomendado. Um simples imprevisto, como uma infecção, queda durante trilha ou problemas intestinais (bem comuns com mudanças alimentares), pode acabar saindo muito caro sem cobertura.

Existem planos específicos para mochileiros e viagens econômicas, com cobertura básica por valores a partir de R$ 10 por dia. Plataformas como Seguros Promo, Real Seguro Viagem e World Nomads permitem comparar preços e coberturas facilmente.

Dica: verifique se o seu cartão de crédito oferece seguro viagem gratuito. Alguns cartões Platinum ou Black já incluem esse benefício para viagens internacionais.

Cuidados de saúde e segurança básica

Durante o mochilão, o ideal é adotar uma postura preventiva para evitar dores de cabeça:

Vacinas: a vacina contra febre amarela é obrigatória em alguns países e recomendada em praticamente todos. Tome com antecedência e leve o Certificado Internacional de Vacinação.

Água potável: em muitos lugares, não é seguro beber água da torneira. Prefira água engarrafada ou leve um purificador portátil ou pastilhas de purificação.

Comida de rua: é deliciosa e barata, mas observe a higiene do local e se os alimentos estão bem conservados.

Pertences pessoais: use doleiras ou money belts para guardar documentos e dinheiro. Evite ostentar celular e equipamentos caros em locais públicos e turísticos.

Deslocamento à noite: evite andar sozinho em áreas isoladas ou mal iluminadas, especialmente em grandes cidades.

Viajar de forma econômica não significa abrir mão da segurança — significa viajar com inteligência e responsabilidade. Com os cuidados certos, sua única preocupação será curtir cada momento ao máximo.


 Conclusão

Viajar pela América do Sul com pouco dinheiro é mais do que possível — é uma oportunidade incrível de viver uma aventura rica em cultura, paisagens e conexões humanas, sem comprometer seu orçamento. Com planejamento, flexibilidade e algumas estratégias de economia, você pode transformar 30 dias de viagem em uma das experiências mais marcantes da sua vida.

Este roteiro mostra que é totalmente viável explorar diversos países, conhecer lugares icônicos como Machu Picchu, Salar de Uyuni e Buenos Aires, se hospedar bem, comer de forma deliciosa e ainda manter os gastos sob controle.

Mais do que um plano de viagem, esse mochilão pode ser o pontapé para tirar aquele sonho do papel. Mesmo que você nunca tenha feito uma viagem longa antes, saiba que começar pela América do Sul é uma escolha segura, econômica e transformadora.

Se você já viveu algo parecido ou está começando a montar seu roteiro, deixe seu comentário aqui embaixo! Compartilhe dúvidas, dicas ou experiências com outros viajantes — e, se esse conteúdo te ajudou, que tal compartilhar com aquele amigo ou amiga que vive dizendo “um dia eu vou”? Esse dia pode estar mais perto do que vocês imaginam. 🌎🎒

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